Museu Olho Latino é reinaugurado e lança catálogo digital do acervo nacional

reabertura museu olho latino
Cena da reabertura.
 
Atibaia: Juntamente com a reinauguração do Centro de Convenções “Victor Brecheret”, o Museu Olho Latino retornou suas atividades em sua sede em Atibaia, SP, com duas mostras simultâneas abertas no dia 20 de novembro às 20h. Estiveram presentes os diretores e fundadores do Museu, Paulo Cheida Sans e Celina Carvalho, o prefeito Saulo Pedroso de Souza, o Secretário de Cultura Luís Otávio Fritolli, autoridades, artistas e um grande público que puderam apreciar uma apresentação musicial da Faminha – Fanfarra Municipal de Atibaia e um show intimista da Big Band, sob comando do renomado maestro Roberto Sion. O Centro de Convenções sofreu reforma e adaptações desde 2013, melhorando a área externa e os acertos de manutenção no prédio.
 
Na ocasião, além da abertura das duas exposições simultâneas, aconteceu o lançamento do Catálogo Digital do Acervo Nacional do Museu Olho Latino. No térreo está exposta a mostra “Coleção J. Borges”, que traz 15 xilogravuras que o Museu Olho Latino possui desse artista, constituindo uma das coleções mais importantes do museu.  Em 2005, José Francisco Borges, conhecido como J. Borges, recebeu do Estado de Pernambuco o título de Patrimônio Vivo e em 2006 foi considerado pelo jornal New York Times o “Gênio da Cultura Popular”.
 
Reabertura atibaia centro de convecoes museu olho latino
Cena da reabertura.
 
A outra exposição, no 1º piso, “Simbologias da Vida” é uma mostra coletiva com artistas que simbolizam e representam a variedade de estilos que faz o Acervo Nacional do Museu Olho Latino ser tão expressivo.  Ao todo são 10 artistas os autores das gravuras que compõem essa segunda mostra: Celina Carvalho (Campinas, SP), Cláudia Sperb (Novo Hamburgo, RS), Evandro Carlos Jardim (São Paulo, SP), Glenn Hamilthon (Atibaia, SP), Hélio Schonmann (São Paulo, SP), Marlene Crespo (São Paulo, SP), Miriam Topolar (Porto Alegre, RS), Norberto Stori (São Paulo, SP), Rogério Mourtada (Campinas, SP) e Sérgio Lima (Fortaleza, CE).
 
Durante a abertura, o curador Paulo Cheida Sans falou sobre a importância da gravura na Arte, comemorando o lançamento do catálogo digital do Acervo Brasileiro Olho Latino, cujo projeto conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural 2013.
As exposições estão abertas para o público até 19 de dezembro com entrada gratuita. O Museu Olho Latino e Centro de Convenções e Eventos “Victor Brecheret”, estão localizados na Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Parque das Águas – em Atibaia, SP.

 

fonte: Portal Olho Latino

 

A exposição Simbologias da Vida mostra a riqueza da gravura brasileira no Museu Olho Latino

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Gravura de Celina Carvalho.
 
Atibaia: O Museu Olho Latino apresenta a exposição “Simbologias da Vida”, composta por gravuras de dez artistas, de 20 de novembro a 19 de dezembro, como uma das mostras comemorativas do lançamento do catálogo digital de seu acervo nacional.
 
“Simbologias da Vida” é uma mostra coletiva com artistas que simbolizam e representam a variedade de estilos que fazem o acervo nacional do Museu Olho Latino ser tão expressivo. Participam da mostra os seguintes artistas: Celina Carvalho (Campinas, SP), Cláudia Sperb (Novo Hamburgo, RS), Evandro Carlos Jardim (São Paulo, SP), Glenn Hamilthon (Atibaia, SP), Hélio Schonmann (São Paulo, SP), Marlene Crespo (São Paulo, SP), Miriam Topolar (Porto Alegre, RS), Norberto Stori (São Paulo, SP), Rogério Mourtada (Campinas, SP) e Sérgio Lima (Fortaleza, CE).
 
Para o curador Paulo Cheida Sans essa mostra é uma parcela significativa do acervo Olho Latino que conta com mais de mil obras em seu acervo. Comenta: “são obras de artistas consagrados que participam avidamente do cenário cultural brasileiro”.
 
Sobre os artistas:
 
Celina Carvalho (SP) é diretora adjunta do Museu Olho Latino. Participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, entre outras: “Estampida 2011/13” – Bolívia – Brasil - Espaço Simón I. Patiño - La Paz – Bolívia; “Fronteras Nomades” – Galeria do Convento Santo Domingo – Cusco – Peru; “Grabado: Espacios Liberados” – ICPNA - Instituto Cultural Peruano Norte-Americano, Lima – Peru; “7º Bharat Bhavan International Biennial of Print Art”, Índia; “Tokyo International Mini-Print 2005” – Tama University – Tóquio, Japão.
 
Cláudia Sperb (RS) fez inúmeras exposições individuais e coletivas com o tema serpentes no Brasil e no exterior. É formada em artes plásticas pela Universidade Feevale, em Novo Hamburgo, RS, com várias especializações em artes plásticas e história da arte. Atualmente vive em seu atelier-parque de mosaicos em meio à natureza nativa de Morro Reuter, RS.
 
Evandro Carlos Jardim (SP) especializou-se em gravura em metal, na técnica da água-forte. Paralelamente à carreira artística, desenvolveu intensa atividade docente em várias instituições, como a Escola de Belas Artes, a Fundação Armando Álvares Penteado - Faap e a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP. Durante o regime militar, promoveu leilões de obras suas para ajudar os familiares de presos políticos e colaborou com o movimento pela anistia política. É um artista ícone da arte paulistana. Em sua produção gráfica, enfoca constantemente o cenário urbano de São Paulo.
 
Hélio Schonmann (SP) frequentou os ateliês de Raphael Galvez, Antônio Cabral e Antônio Carelli, bem como o Ateliê de Livre Criação em Artes Plásticas do Museu Lasar Segall, onde se tornou, posteriormente, orientador (de 1979 a 1983). Coordena eventos colaborativos de arte pública e realiza curadoria de mostras coletivas.
 
Norberto Stori (SP) é professor do Programa de Pós-Graduação “Educação, Arte e História da Cultura” da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo. Prof. Adjunto do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista/SP. Prof. Universidade São Judas Tadeu/SP. Ministra cursos, workshops de aquarela, gravura em metal no Brasil e no exterior.
 
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Gravura de Norberto Stori.
 
Marlene Crespo (RJ) iniciou a formação artística em Porto Alegre em 1965. Participou de várias exposições individuais e coletivas, como da IX Bienal Internacional de Arte em São Paulo. Nos anos setenta e oitenta ilustrou publicações alternativas importantes, como os jornais Versus e Movimento, e, na grande imprensa, na Folha de São Paulo. Na década de oitenta, iniciou-se em xilo e linoleogravura. Em 1999, publicou no Japão o picture-book "Saci, the Jungle's Elf", com texto e ilustrações de sua autoria. Exposições com as 32 gravuras do livro, e outras da artista aconteceram em grandes bibliotecas e livrarias (Maruzen, Junkudo), de Tókio, Osaka, Kioto, Fukuoka e outras cidades japonesas.
 
Rogério Mourtada (SP) concluiu o curso de Artes Visuais da Pontifícia Universidade católica de Campinas. Dedica-se ao desenho e a pesquisas relacionadas com as possibilidades da gravura (especialmente feita com matriz de gesso), articulada com o desenho e a pintura. Compôs diversas equipes de arte-educação em museus e instituições culturais, como a Bienal de São Paulo (XXVII, 2006), o Instituto Tomie Ohtake (2006), MACC (entre 2001 e 2004) e outros. Tanto no Brasil como em Portugal, onde residiu de 2008 a 2013, elaborou e ministrou cursos com a perspectiva de colaborar com a democratização dos conhecimentos relacionados ao universo das Artes Visuais.
 
Miriam Tolpolar (RS) é Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professora de Litografia do Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre desde 1997. A partir de 1985 tem participando de Salões de Arte, exposições coletivas e Bienais de Gravura no Brasil e exterior, tendo recebido inúmeros prêmios, como o “Purchased Prize” no 11º Mini Print Internacional de Cadaqués, Espanha. É autora do Livro “Memória da Litografia”.
 
Glenn Hamilthon (SP) é autodidata, iniciou sua carreira como fotógrafo, depois como arte-finalista e ilustrador na extinta revista Visão. Em 1996 mudou-se para Atibaia, onde possui seu próprio ateliê e desenvolve esculturas, pinturas e projetos especiais. Em 2009 o Artista passou a produzir esculturas e objetos de cena para as novelas da Rede Globo e venceu um concurso internacional para a criação de dois monumentos em homenagem ao Festival de Cultura Negra do Senegal na África e criou as esculturas “Union Africaine” e a “Expansion Africaine”.
 
Sérgio Lima (CE) iniciou a sua carreira artística no cenário cearense no início da década de 1960. Estudou com Zenor Barreto. Participou de várias exposições coletivas no Brasil e exterior, obtendo vários prêmios importantes, destacando-se: a Medalha de Bronze na Mostra de Arte jogos Universitários (SP, 1972); o Prêmio de Viagem ao País no II Salão Nacional de Artes Plásticas (Rio de Janeiro), e Mostra Internacional de Gravura, em Tóquio no Japão. Individualmente, expôs em Fortaleza, Rio de Janeiro e Nova Iorque.
 
A mostra faz parte do projeto Catálogo Digital do Acervo Nacional Olho Latino que conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural 2013. A entrada é gratuita e poderá ser visitada até 19 de dezembro no Museu Olho Latino, 1º piso do Centro de Convenções e Eventos “Victor Brecheret”, localizado na Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Parque das Águas – em Atibaia, SP.
 
Exposição: Simbologias da Vida
Expositores: Celina Carvalho (Campinas, SP), Cláudia Sperb (Novo Hamburgo, RS), Evandro Carlos Jardim (São Paulo, SP), Glenn Hamilthon (Atibaia, SP), Hélio Schonmann (São Paulo, SP), Marlene Crespo (São Paulo, SP), Miriam Topolar (Porto Alegre, RS), Norberto Stori (São Paulo, SP), Rogério Mourtada (Campinas, SP) e Sérgio Lima (Fortaleza, CE).
Curadoria: Paulo Cheida Sans.
Período da mostra: 20 de novembro a 19 de dezembro de 2014.
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 09h às 16h.
Local: Museu Olho Latino – 1] piso do Centro de Convenções e Eventos "Victor Brecheret".

 

 

O gravador e cordelista J. Borges é destaque em exposição no Museu Olho Latino

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"Lua Cheia" - J. Borges
 
Atibaia: O Museu Olho Latino, localizado no Centro de Convenções “Victor Brecheret”, em Atibaia, SP, apresenta a exposição “Coleção J. Borges” composta por 15 obras, de 20 de novembro de 2014 a 19 de dezembro, como uma das mostras comemorativas do lançamento do catálogo digital de seu acervo nacional, projeto que conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural 2013.
 
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"Lampião no Forró do Vale Tudo" - J. Borges
 
A mostra “Coleção J. Borges” traz 15 xilogravuras que o Museu Olho Latino possui desse artista, com temas festivos e alegres, constituindo uma das coleções mais importantes do museu. José Francisco Borges, conhecido como J. Borges, nasceu em 1935, no município de Bezerros, Pernambuco, onde reside até hoje, escrevendo, ilustrando e publicando os seus folhetos de cordel. 
 
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"O Monstro do Sertão" - J. Borges
 
A década de sessenta foi um marco na vida do artista: sua obra e sua técnica, conhecida por tacos, passou a ser reconhecida nacionalmente como uma atividade cultural. Hoje essas xilogravuras são impressas em grande quantidade, em diversos tamanhos, e vendidas a intelectuais, artistas e colecionadores de arte.
 
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J. Borges (foto: divulgação)
 
J. Borges é reconhecido como mestre da cultura brasileira. Em 1970 ilustrou a capa do livro “Palavras Andantes”, de Eduardo Galeano, e indicado por Ariano Suassuna fez as gravuras da abertura da novela Roque Santeiro, da Rede Globo. Em 2005, recebeu do Estado de Pernambuco o título de Patrimônio Vivo e em 2006 foi considerado pelo jornal New York Times o “Gênio da Cultura Popular”. Segundo o curador, Paulo Cheida Sans, o pernambucano J. Borges é um ícone da gravura popular e representa muito bem a Arte Brasileira”.
 
A entrada é gratuita e a mostra poderá ser visitada na Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Parque das Águas – em Atibaia, SP. 
 
 
Exposição: Coleção J. Borges do Museu Olho Latino.
Curadoria: Paulo Cheida Sans.
Período da mostra: 20 de novembro a 19 de dezembro de 2014.
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 09h às 16h.
Local: Museu Olho Latino - Centro de Convenções e Eventos "Victor Brecheret".
Endereço: Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Parque das Águas - Atibaia, SP.
Realização: Museu Olho Latino e Secretaria de Cultura e Eventos - Prefeitura da Estância de Atibaia - com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural 2013.

 

 

Reinauguração da sede do Museu Olho Latino no Centro de Convenções, em Atibaia

centro de convencoes museu olho latino atibaia
 
 
 
 

CAIXA Cultural expõe obras que contam a história do papel na arte brasileira

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Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Tomie Ohtake, Paulo Cheida Sans e
outros artistas importantes participam da mostra
 (foto: Rodrigo de Oliveira)
  
Brasília: Fabricado com base na celulose há quase dois mil anos, o papel se tornou uma das tecnologias mais duradouras e cruciais para o desenvolvimento do engenho humano, beneficiando a técnica do desenho e de outras linguagens como a gravura. No Brasil, as artes do papel ganharam pleno espaço no século 20. É o que mostra a exposição Metamorfoses – O Papel no Acervo da Caixa, em cartaz do dia 28 de outubro a 11 de janeiro de 2015 na Galeria Acervo da Caixa Cultural de Brasília.
 
A mostra reúne 60 trabalhos unidos pela similaridade do suporte papel. São desenhos e gravuras que contam a história e trajetória do uso do papel na arte, por meio da obra de artistas brasileiros como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Oswaldo Goeldi, Artur Barrio, Marcelo Gassmann, Djanira, Fayga Ostrower, Tomie Ohtake, Glênio Bianchetti e Paulo Cheida Sans.
 
“A exposição dá continuidade à política da CAIXA de disponibilizar acesso às obras de sua coleção, que constitui patrimônio público”, comenta Marcelo Moreira dos Santos, gerente de Filial da CAIXA Cultural Brasília. “Esta mostra propõe um contato direto com rico material de referência histórica, que tem o uso do papel como suporte expressivo para uma diversidade de artistas”, comenta o gestor.
 
Junto com os trabalhos de pinturas, a coleção de obras desenvolvidas sobre papel constitui um dos principais acervos da CAIXA. Só em Brasília existem mais 300 obras arquivadas. Como aconteceu na América Latina, não só a força da cultura nacional, com seus mitos, folclores e tradições populares, mas também as adversidades sociais e políticas do país influenciaram os trabalhos desses artistas a partir de uma investigação estética pertinente.
 
Data de 1945 a obra mais antiga do acervo que faz parte da exposição Metamorfoses – O Papel no Acervo da CAIXA. Trata-se do desenho desenvolvido em nanquim sobre o papel do artista modernista cearense Antônio Bandeira. Mas o curador Allan de Lana explica que alguns desses trabalhos fazem referências a obras dos anos 1920, como é o caso da gravura Estrada de Ferro Central do Brasil, da pintora Tarsila do Amaral. “É a versão em serigrafia de um óleo sobre tela de 1924”, revela.
 
Entre os trabalhos exibidos, merecem destaques duas gravuras realizadas em serigrafia pelo pintor Di Cavalcanti: Mulata, de 1965, e um registro de 1973, sem título. Obras expressivas de mestres como Tomie Ohtake, Wagner Hermusche e Fayga Ostrower, premiada com suas gravuras na Bienal de Veneza nos anos 1950, também fazem parte da mostra. Para facilitar a compreensão e entendimento por parte dos visitantes, as obras serão expostas com textos auxiliares com informações sobre as técnicas utilizadas pelos artistas. “Nesse sentido a exposição Metamorfoses é bem didática”, observa o curador.
 
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Gravuras de Paulo Cheida Sans (foto: Rodrigo de Oliveira)
 
O artista e curador do Museu Olho Latino, Paulo Cheida Sans, que participa da mostra com três gravuras em linóleo, conta que em vários períodos de sua carreira participou de exposições em Brasília, assim como atuou como curador nessa cidade em vários eventos, como aconteceu no 1º Festival de Arte e Cultura Latino-Americana realizada em 1987. Na capital do Brasil, obras de sua autoria, além do acervo da Caixa, também estão nas coleções da Casa da Cultura Latino-Americana da Universidade de Brasília e no Museu de Arte. Cheida declara que “é uma grande honra expor juntamente com grandes artistas que figuram na história da arte brasileira”.
 
Para Allan de Lana Frutuoso, curador da exposição, o valor cultural, artístico e histórico do acervo é incalculável por refletir, em alguns momentos, a história do Brasil.  “O Brasil sempre teve uma produção potente nessa área, cobrindo parte do modernismo da década de 20, passando pelas vanguardas das décadas de 50 e 60, cobrindo, inclusive, momentos de reclusão da arte em choque com o regime militar”, comenta Lana.
 
A exposição Metamorfoses – O Papel no Acervo da CAIXA pode ser visitada até 11 de janeiro de 2015, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h, na Galeria Acervo da Caixa Cultural de Brasília, situada na SBS, quadra 4, lotes 3/4 - Asa Sul, anexo à matriz da CAIXA.
 
 
Exposição: Metamorfoses – O Papel no Acervo da CAIXA.
Local: Galeria Acervo da CAIXA Cultural Brasília.
Endereço: SBS, quadra 4, lotes 3/4 - Asa Sul, anexo à matriz da CAIXA.
Visitação: De 28 de outubro de 2014 a 11 de janeiro de 2015, de terça-feira a domingo, das 9h às 21h. Entrada franca.

 

fonte: Portal Olho Latino